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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Autárquicas!

Ontem estive na mesa de voto. Foi uma trabalheira gigantesca mas adorei. Adorei ver tanta gente e ate contar aquilo tudo. Foram 416 votos na minha mesa, e contei-os repetidamente!  
Pessoal, não pagam o suficiente ahhaha

sábado, 30 de setembro de 2017

Onde vim parar?


Faz mais de um ano que não escrevo aqui. Se vos fosse contar tudo o que me aconteceu acho que teríamos uma boa conversa. 
Anda tudo muito diferente (!!) hoje pensei em vir aqui: não é que ainda este ano houve pessoal que comentou os meus últimos posts (e por pessoal são umas 3 pessoazinhas não sou assim tão popular ;) ) 
Continuando, a A.C. saiu do secundário (aleluia), agora sou a gaja da FCUP a tirar Matemática. Ando extremamente feliz e cansada. E lembram-se do H? O fulano do 10 que me partiu o coração? Namoramos há 7 meses, temos estado muito felizes. (Sempre que reapareço tenho sempre noticias chocantes eu sei)  
Tenho tanto que vos quero perguntar. Contem-me o que mudou desde o ano passado?

terça-feira, 19 de abril de 2016

Tenho de estudar e estou doente!!

Imagem de art, artistry, and cartoon
Estou com uma amigdalite e quem me dera arrancar estas amígdalas. Até para engolira a saliva sinto dor e a febre anda descontrolada. Ontem medi a temperatura, estava com 36,5 uma hora depois estava com 38,6. Enfim, o que vale e que a penicilina não doeu tanto como esperava.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

domingo, 10 de abril de 2016

Diz-me algo.

Andaste a jogar na lotaria onde prêmio era o amor, e sabes que quem joga tanto perde tanto. 
Agora vagueias pelas ruas tristes do Porto e tocas saxofone para ver se ganhas uns trocos, sempre no mesmo canto perto da Torre dos Clérigos, vejo-te a tocar. Em 30 meses, disseste-me que já ganhaste 30 cêntimos, com um sorriso na cara. 
Num dos muitos dias, passei por lá a correr e tu olhaste para mim como se eu fosse uma nota gigante. No outro dia, chovia torrencialmente, estavas encharcado, ninguém estava parado para te ouvir e atirei para o teu chapéu 30 cêntimos que já mos devolveste.
No dia seguinte fui-te ouvir, com o café quente na mão e que se foda a escola, é só a primeira falta. Tocas-te tanto que nem reparei que detesto a música clássica, porque nos teus olhos prendidos aos meus existia aquele constrangimento de quem quer falar mas não fala. Já era noite e nenhum de nós se movia, o meu café já estava gelado e os teus braços cansados. 
Até que paraste.
E veio o silêncio.
Por favor, diz algo.
Diz-me algo.
Sacaste da tua mochila um caderno com poemas e deste-mo, eu ri-me tanto que se naquele momento tivesse lido um poema sobre mim ter-te-ia beijado, mas nem deu tempo para foliar o caderno todo porque dei por mim a beijar-te.

sábado, 2 de abril de 2016

Ainda esperam por mim?

O conceito de um blog tornou-se quase estrangeiro para mim! É como sair de casa e nunca olhar para trás, até que um dia dou por mim a divagar pela internet e deparo-me com a minha antiga casa. Um blog que começou e eu disse que nunca o iria abandonar e afinal de contas foi isso que eu fiz.
É tão arrepiante ver as teias das aranhas, o pó acumulado e sentir toda a culpa de ter abandonado algo que outrora foi tudo para mim.
Ainda andam por aí meus caros?

p.s.: quero agradecer a todos os que mandaram uns presentes e cartas e tudo o resto e que eu acabei por não agradecer, significou muito para mim :)

domingo, 13 de dezembro de 2015

A poesia na agonia

O que dizes a um coração partido? A uma alma ferida? A um amor perdido? A um pai ausente? A um coração sem sangue? O que dizes?
Talvez a poesia esteja um pouco no meu sangue e, talvez o que escrevo pareça um mar de rosas, porém não é. Pois quando vai e não volta; quando dói e não para; se magoa não desaparece e se a cabeça gritar e andar às voltas com certeza não vira poesia. Do que já escrevi, o que menos gosto de ler foi tudo aquilo que digitei no momento. Quando estamos no momento tudo machuca mais e sente-se com uma grande intensidade.
A beleza não está na morte, nem na dor, nem nos sentimentos que nos destroem, mas nas palavras que usamos para os descrever.
O que outrora era uma ferida, continua uma ferida contudo, pelo menos agora, podemos acompanhar a agonia com um belo texto.